(22) 2527-2195

Sobre nós

Quem foi Tio Dongo?

 
Apesar de já existir uma rua nas proximidades do Prado em sua homenagem, é possível que muitos, especialmente os mais jovens, não liguem o nome de Clarindo da Rosa Teixeira ao apelido Tio Dongo.
Clarindo, ou seja, o "Tio Dongo", viveu 81 anos, sendo exatamente de 6 de março de 1888 a 15 de junho de 1969. Esse o tempo que fez com que o seu nome viesse ser perpetuado para a história do nosso 6º distrito, tanto pelas boas ações feitas, quanto pela família de onde descendeu. Seu pai, o Coronel Teixeira, junto com Garcia Queiroz e outras figuras de saudosa memória, foram fundadores de Conselheiro Paulino. Na época, a fazenda deste Coronel, pai de Tio Dongo, era a famosa "Fazenda da Ponte de Tábua" que dava o nome a Conselheiro antes de ser elevada a categoria de distrito.
As terras dessa fazenda, iam até até Duas Pedras, Arraial São Geraldo e era o único local onde existia água para abastecer a sede e o povoado que começava a se formar. Tanto assim, que a Leopoldina (Estrada de Ferro Federal) fez uma espécie de acordo com o Coronel, para também se servir de água que precisava para suas locomotivas e em troca, assumiu o compromisso de se algum tempo esse precioso líquido faltasse, ela transportaria água de outro lugar qualquer para suprir a fazenda.
Casado, primeiramente com Francisca de Mello Barreto Teixeira, de quem ficou viúvo para depois se unir a Adelaide de Souza Santos, Tio Dongo teve como filhos nos dois matrimonios; Maria Auxiliadora, Iolanda, Antonio Carlos e Emília.
Apesar de figurar como um dos fundadores da UDN, na ocasião um ferrenho partido contrário ao governo, Clarindo/Tio Dongo nunca ingressou na política, preferindo sim, se dedicar a outro assunto: a ecologia. Já há 70 anos atrás, ele quase chegava brigar se encontrasse em suas terras, alguém cortando árvores ou pondo fogo na mata.

Tio Dongo